terça-feira, 24 de novembro de 2009

Devassa


Menina meiga.
Rosto infantil.
Corpo delicado.
Feições delicadas.
Cabelos presos no alto da cabeça.
Roupa discreta, sem pintura no rosto.
A impressão que me deixou foi a melhor possível.
Um barzinho na beira da praia.
- Um chopp?
- Não, refrigerante.
O por do sol dava seu toque de classe ao encontro.
Início de junho, a brisa fresca do entardecer deixava sua marca inevitável. Por baixo da blusinha de malha colada ao corpo os biquinhos do seio eram destacados.
Tentei disfarçar, mas por diversas vezes fui flagrado admirando este detalhe.
A princípio constrangida tentou tapar-se cruzando os braços. Aos poucos foi se acostumando e minutos depois já não se importava com meus olhares gulosos.
O tempo esfriou e naturalmente nos aproximamos em busca do calor natural dos corpos.
Sentados lado a lado, a princípio nossos braços de tocaram. Depois as pernas.
Uma conversa agradável, sorrisos, alguns toques de mãos e a noite veio.
No bar restamos eu, ela e o garçom.
O primeiro beijo não tardou.
Leve, suave. Os lábios doces de mel.
Mais um beijo, outro e outro.
Despertava alguém inesperado.
Não havia suavidade nela, havia sim avidez.
Uma fome incomensurável, um apetite desmedido.
Bocas, línguas, gemidos.
Me senti inseguro, mas arrisquei. Aqueles seios haviam me desafiado por toda a tarde. Toquei-os. Duros, seguros, firmes, jovens.
A resposta foi imediata e, confesso, me pegou de surpresa. Sua mão me buscou por baixo da mesa e apalpando foi ao encontro de meu sexo.
Tão rápido quanto o encontrou o fez liberto. Alguns rápidos movimentos e já o dominara por completo.
Quase não podia acreditar no que me acontecia!
Aumentei meu assédio aos lindo seios e este fator a fez enlouquecer de tesão.
Empurrando a cadeira para trás, ajoelhou-se no chão e presenteou-me com seus lábios quentes.
Meio descrente e assustado procurei pelo garçom mas não o vi.
Acreditei que se tratava de um homem discreto.
Satisfeito com minha descoberta relaxei. Deixei-me ser levado pelo delírio do prazer que aquela boca infernal me causava.
Quase em orgasmo eu a vi levantar, debruçar sobre a mesa e oferecendo-se disse-me em tom de desejo...
- Quer me chupar?
Uma visão que a pouca luz do lugar não me impedia de ter.
Era a própria perfeição. Inchada, totalmente molhada, sua carne estava pronta para ser devorada.
Desta vez fui eu a cair de joelhos e me entregar ao desafio do prazer.
Metido com o rosto entre suas pernas, não me fiz de rogado.
Ela gemia e pedia que não parasse. Rebolava e esfregava-se em minha cara.
Sua voz rouca de repente ficou muda, seus movimentos se modificaram. Só então notei que, do outro lado da mesa, o garçom havia se colocado de pé.
Minha inocente menina delirante em minha boca agora tinha novo divertimento. Com o garçom colocado na boca, mamava como um bebê.
Pode parecer loucura, mas a visão me excitou mais ainda e, retomando minha posição entre as deliciosas pernas comecei a masturbar-me.
Por alguns instantes aquele exercício só era interrompido por gemidos e palavras chulas.
Sem ao menos esperar que eu mudasse de posição, a agora nossa parceira deitou-se de costas sobre a mesa e me ofereceu sua grutinha de pelugem densa como uma pequena selva.
Não era menina, era uma mulher madura, experiente, sabia o que realmente queria fazer.
De pé preparei-me para tomar seu espaço vazio. Esfregando sua portinha, num desejo de querer e conseguir eu a fiz abrir-se o mais que podia.
Numa única estocada eu a penetrei completamente.
Me vi envolto em sua caverninha quente e cheia de aconchego.
Ao mesmo tempo, nossa anfitriã retomava sua mamada no garçom, que no início estava meio sem jeito, mas agora não tinha o menor constrangimento.
Os movimentos pélvicos que ela executava era mais um exemplo de fantástica fêmea que nos deleitava.
Novamente ela nos surpreende. Levanta-se e, empurrando-me contra a cadeira, me faz obrigado a sentar. Por sobre a mesa pega uma lata de azeite e me lambuza com seu líquido.
De cócoras sobre meu colo sem parar de rebolar e forçar me faz penetrá-la por trás.
Me posiciono com as nádegas na beirada da cadeira e recosto para facilitar seu intento. Tão logo se vê penetrada deita-se sobre meu peito e com as pernas totalmente abertas se oferece ao nosso garçom.
Totalmente ocupada, o agora prato principal do restaurante era puro delírio.
Sincronizar os movimentos foi apenas uma questão de tempo e prática.
O martelar de nosso serviçal foi o suficiente para que eu ficasse parado e deixasse que os movimentos me satisfizessem.
Meus braços contornando seu corpo permitiam uma massagem nos apetitosos seios.
Gritos, urros, vozes misturadas, movimentos num acelerar crescente.
O orgasmo se acercava de nós.
Nossa parceirinha definitivamente era uma devassa. Delirava e mostrava-se realizada em seu objetivo sendo atingido.
Primeiro veio o garçom. A pedido dela ele se retirou do lugar que ocupava e seu jato foi jogado na boca de nossa hospedeira.
Quando se aproximava minha vez foi ela quem saiu de sua posição.
Meu líquido escorreu por seu rosto e com as mãos o esfregou por todo o corpo.
Feliz como uma criança que ganhou um brinquedo, aquela musa do prazer saiu saltitante pela areia da praia e jogou-se ao mar.
Voltou alguns minutos depois.
Seu semblante reassumira o ar de mocinha. Vestiu a roupa, virou-se para o garçom pediu um refrigerante o bebeu, ignorando tudo o que havia acontecido.
Por: Marcos Woyames de Albuquerque
Do jeito que estivesse ...
Sentir seu perfume, seu toque, seu calor ...
Tudo que exala do seu corpo.
Sentir você colado a mim,
Clamando pelo toque das minhas mãos
Aumentando ainda mais o desejo
De me ter por inteira, só para você.
Queria Você Agora
Sem importar com o tempo ...
Com o que se passa lá fora.
Na nossa intimidade, o Amor, o Desejo
E o nosso Toque, falam mais alto ...
E o tempo é quem fica parado, a nos admirar.
Queria Você Agora
Pois minha boca esta sedenta dos lábios seus ...
Enlouquecida, esperando os seus beijos,
E com os meus beijos, fazer você delirar,
Pois não sobraria um pedacinho seu sequer,
Que eu não acariciasse com o calor dos lábios meus.
Queria Você Agora
Lado a lado,
Corpo a Corpo
Corações disparados
Sedentos de amor.
Mas aquele amor que nos uni,
Nos completa e nos transporta
A outras dimensões
Em um êxtase sem igual.
Queria Você Agora
Para em seu peito repousar ...
E com meus braços te envolver ...
Para não deixar a chama
Deste Amor,
desta Paixão, se apagar.
Queria Você Agora
Para em seu rosto,
minhas mãos deslizarem,
A te acariciar.
Fitar os seus olhos e fechá-los com um simples beijo,
Cada um deles.
Selando-os,
com o amor que me invade e me enlouquece.
Queria Você Agora
Pois está difícil controlar o que minha alma,
meu coração e meu corpo desejam
Está difícil esperar o tempo certo.
Está difícil não poder te dar os meus beijos molhadose sentir a sua boca.
Está difícil não me sentir sua e saciar seus desejos.
Está difícil não sentir o seu corpo e suas mãos a me tocar.
Está difícil não ouvir você me dizer "Eu te Quero".
Mas está mais difícil ainda ....
NÃO TER VOCÊ AQUI,
AGORA !!!
Amar-te,
ter-te em segredo lamber-te,
sugar teu grelo
gravar meus dentes em tua carne
cravar-me intenso, em ti, inteiro
sensação, sentir o teu cheiro
levar-nos, leve, a paixão
levar-me, elevar-me
enlear-me em teus enlevos
ler e reler teu corpo
saborear teu enredo
arredio, rumino e rio
num rasgo, rodopio e arrepio
aí rimo teu nome com desejo
sonho, com tua saia, teu seio
e seja o que for, com teu beijo
delírio, quente, febrilimagino, morro, desvio
de tudo, meu desvario
devaneio, louco, atrevido
me entrego, para ti, me deixo
em ti, e tu, rouca
embriaga-se com meu leite
e abate-se sobre o meu leito
Eduardo Durso

Vem...

Vem...
Que te espero...
nua...
Não mais há lugar para o pudor...
Vem...
que te quero, nu...
Fecha-me os olhos com teus beijos,
Faça-me sonhar com teus desejos...
Faça-me mulher com teu ardor...
Vem...
Agora acariciar teu corpo levemente
beijar-te os lábios, sofregamente...
Sugar tua seiva com minha boca quente...
penetrar por teu furor...
Vem...
Que sou mulher,te quero homem,
vem...Deixa-me viver esta fantasia de amor...