terça-feira, 24 de novembro de 2009



Não dá para disfarçar, estou trêmula...

Digo que é frio,
Mas com você, não dá para esconder...
Sou fêmea no cio,
Insaciável de prazer...
Quero amor, quero sexo, quero gozo...
Quero tudo, tudo que com você é bom demais...
Quero este seu corpo gostoso,
Uma, duas, três vezes ou mais...
Deixa-me louca,
Beija minha boca,
Toca meus seios,
Não importa os meios,
Quero sentir você em mim...
Seja macho em desatino,
Arrebata-me num prazer sem fim...
Estou nua...
Pronta para ser sua...
Seduza-me, provoca-me, sufoca-me...
Destrua esta fera louca de prazer...
Viro bicho, sou felina,
Nada tenho de menina...
Quero você daquele jeito,
Que só você também sabe querer...
Despeje em mim o prazer que se fez,
E se puder comece logo...
Quero mais, quero tudo...
Tudo mais uma vez...
Célia Jardim
Fecho os olhos e me imagino em seus braços.
Meu corpo junto ao seu, vibra intensamente,
Ao toque sutil das suas mãos.
Vejo a sua boca a procurar a minha e não a deixo esperar.
Selo, com um beijo molhado,
Esta busca gostosa, que me faz delirar.
Quero você junto a mim.
Sentir o seu cheiro e ver seu corpo inteiro,
O meu também querer.
Meu peito colado ao seu,
Sente o seu coração acelerado
Que aumenta a cada carinho recebido,
Pois minhas mãos, não consigo mais controlar.
Tudo é tão gostoso.
Até o toque de nossas bocas em simples beijos,
me faz arrepiar,
despertando ainda mais minha louca vontade de poder te amar.
Em seu rosto, vejo a expressão do desejo.
Sinto suas mãos em meu corpo deslizar.
Todo o meu ser se estremece,
E deixa brotar ainda mais esta ânsia de lhe pertencer.
Te desejo como nunca.
Queria seu corpo agora, para cobrí-lo de beijos.
Preciso de você, como jamais precisei de alguém.
Não sei mais viver sem o calor do seu corpo,
Sem o toque das suas mãos e da sua boca,
Que me diz coisas lindas e a cada beijo, me enlouquece.
É Amor? ...
É Paixão? ...
É Desejo?
É tudo ...
É uma embriaguez permanente por você.
Quero perder a razão e só retornar a realidade quando,
juntos, explodirmos de prazer.
Eu e Você.
Pois acredite
Meu Amor,
Ninguém faz amor,como você.
(Criszinha )

Sexo


Sexo é entrega.
Sexo é querer dar prazer,
as vezes mais que querer receber.
Sexo é ter prazer no prazer do outro.
Sexo é ansiedade.
Sexo é vontade,
é desejo.
Sexo sou eu sozinha,
ou acompanhada.
Sexo é amor próprio,
mas não necessariamente amor ao próximo.
Sexo é carnal,
e pode ser espiritual.
Sexo é alívio.
Sexo é dor.
Sexo é exibicionismo,
nem que seja pra nós mesmos.
Sexo é luz acesa.
Sexo é onde se tem vontade .
Sexo é rápido,
e é tântrico.
Sexo é sujo e molhado.
Sexo é um cheiro particular .
Sexo é despudor.
Sexo é cedo.
Sexo é tarde.
Sexo é agora,
tem que ser agora.
Sexo vai além de peitos e bundas,
é química,
é pele.
Sexo é meu,
mas eu te empresto.
Só a você!!
*******

Só um pouquinho


Tudo que um cara precisa é de um pouquinho não muito, gatinha, só um pouquinho podemos ir ao cafofo daqui a pouquinho vou lhe mostrar como eu vivo daqui a pouquinho quero desabotoar a sua calça só um pouquinho tirá-las e abaixá-las só um pouquinho chegar a beijar e tocar só um pouquinho chegar a lamber e transar só um pouquinho
50 cent

Prazer e Extase


O prazer se
faz em êxtase:
quando o
meu corpo,
feito água,
descobre
todos os
caminhos
do seu.
E deixa-se
ficar
onde você
mergulha em
mim.

Lembraça

Tu te lembras?
Meu dia de trabalho havia sido terrivelmente cansativo. Duas reuniões de negócios sem qualquer proveito.
Um almoço engolido às pressas, muitas xícaras de café, telefonemas sem fim e um expediente estendido até não poder mais.
Durante o trajeto de volta para casa imaginei um momento de amor...
Decepção... luzes apagadas, silêncio. Uma sensação de solidão e abandono tomou conta de mim.
Pensei em acordá-la, porém ao entrar no quarto e ver-te dormindo mudei de idéia. Devias estar tão ou mais cansada que eu. Reconheço que tua luta também é árdua.
Acendo a luz do abajur por ser mais suave, talvez não incomodasse tanto.
Sentei-me na cama. Sem desamarrar os sapatos foram tirados e empurrados para debaixo da cama, as meias jogadas no canto. Calças e camisa o mesmo destino. Paletó e gravata já haviam ficado pelo caminho.
Cansaço, desânimo, frustração...
Um banho quente e uma noite de sono, minha opção.
Refrescado pelo banho e ainda nu sentei-me na cama.
Recostado à cabeceira passei a observar-te com cuidado.
Dormias serenamente.
Teu peito movimentava-se levemente ao ritmo de sua respiração.
Estavas tão linda! Na serenidade do sono tornava-te mais bela. Um anjo!
A beleza de teus seios encobertos pelo lençol de seda. Duros, roliços, totalmente desejáveis.
Minha vontade foi de abocanhá-los, mas como fazê-lo sem acordar-te?
Desejo-te tanto que nem os anos diminuíram este ímpeto. Porém, o respeito pela pessoa e a ciência de teu esforço no trabalho, me demoveram deste intento.
Optei apenas por admirar tua beleza, a sensualidade de teu corpo, tuas curvas perfeitas.
Instintivamente, sem pensar no meu ato passei a me bolinar... inevitável... a excitação tomou conta de mim. Momentaneamente retornei à juventude. Um menino brincando com seu sexo.
Instinto, puro instinto. Tornei-me animal. Ignorando tudo deixei que o desejo me levasse.
Devo ter feito barulho. Absorto em meu ato de libido juvenil, não notei que a acordara. Não sei por quanto tempo me observou, apenas notei quando tua mão segurou a minha e sem perder o ritmo tomou e dominou meu sexo.
Era tudo o que desejava.
Puxei o lençol e a descobri. Não havia percebido antes, estavas nua. Teus seios duros agora entumecidos eram um desafio a minhas carícias. Tentei tocar-te, mas não me permitiu.
- "Não, não faças nada, fique quieto, deixe-me amá-lo". O tom de sua voz suave e firme me fez relaxar.
Recostado como estava fui escorregando e deitei-me de costas no lençol frio e aconchegante. Meu sexo apontando para o céu, um convite para tua boca.
Entregue a teus deleites mais uma vez ouvi tua voz...
- "hoje quem manda sou eu".
Não era algo novo entre nós, mas era um gesto que sempre me deixava alucinado.
Durante algum tempo tua boca me serviu de agasalho. Tua língua brincou. Tua boca sugou, Teus dentes mordiscaram. Te deliciastes com minha carne.
O desejo crescente foi me dominando e me preparava para explodir entre teus lábios. Repentinamente largou-me. Num movimento rápido pulou sobre meu corpo. Sem que eu a penetrasse, como uma gata no cio, esfregastes teu corpo no meu. Foi assim que buscastes tua excitação. Tentei tocar em teus seios, mas o estalar de um tapa em minha mão foi o argumento convincente.
Louca de desejo, gemias remexias, rebolavas.
Num movimento rápido e certeiro enfiou-me por completo dentro de teu corpo.
Foi a conta, um misto de espasmos, contrações e sensações me dominou. O clímax de nosso momento. O orgasmo.
Tuas contrações internas me davam um prazer indescritível. Teu rebolado me trazia conforto e deleite.
A mulher, a empresária, a técnica altamente qualificada se tornara uma fêmea perfeita.
O homem, o executivo, o profissional, tornaras-me um menino dominado.
Jogados lado a lado, fomos tomados pelo cansaço... a noite já não era uma criança, nós já não éramos crianças, muito menos empresária ou executivo... éramos amantes, ...cúmplices, ...felizes, ...entregues ao sono dos justos.
Por: Marcos Woyames de Albuquerque

Banho

O banho
A água escorrendo por seu corpo...
Seus cabelos molhados, colados ao rosto.
A espuma do xampu desce de sua cabeça, escorre por sua face e molha seus lábios.
Seus perfeitos lábios que tanto beijei.
Do rosto ao pescoço e deste ao colo atingindo seus seios em formato de pêra naturalmente duros. No momento do banho, ao brilho da água, e com os movimentos do ensaboar, se tornam dois seixos encantados desafiando a força da gravidade.
Intumescidos, seus biquinhos parecem duas torneiras jorrando.
Suas mãos, em massagem, esfregam os fios que adornam seu rosto.
O vapor transforma o banheiro num ambiente magicamente enfumaçado. Cria uma atmosfera delirantemente suave.
O calor da água é como um agasalho que envolve seu corpo e a tranqüiliza. Faz com que se sinta bem e então, se entrega aos afagos, impensadamente não resiste ao imaginário.
Lenta e docemente suas mãos buscam mais e mais. Sem perceber você geme!
Como em uma dança, se contorce, se vira, se revira. Leve, solta, sensual!
O feitiço do desejo a domina!
Um de seus dedos entra em sua boca e troca movimentos com sua língua.
O sabor do sonho a faz delirar!
A outra mão, com a ponta dos dedos, toca um mamilo. Mais uma vez você geme!
Suas pernas mantêm seu corpo inquieto. A dança do delírio a faz sentir mais a sensualidade que toma conta do seu ser.
Os movimento de sua mão se aceleram. Já não são leves toquinhos de dedos.
A mão espalmada esfrega o mamilo e você geme!
Seus dedos se fecham. Entre eles, a forma de pêra está ameaçada. Cede para novamente voltar ao normal quando o solta. Você geme!
Já não é o bastante o que tem. A água morna, a espuma facilitando os movimentos, o rebolar sensual, você quer mais.
Seus dedos saem de sua boca entreaberta e percorrem seu esguio corpo, dirigem-se ao baixo ventre.
Param por segundos em seu umbigo e um dedo faz dele morada passageira.
Não, ainda não é o bastante. Mais, mais! Assim você quer, assim você faz.
Entrelaçados com seus pelos, seus dedos procuram pelo pontinho mágico.
Encontrado, se vê preso entre polegar e indicador. É pressionado, torcido, apertado, massageado. Você geme!
Suas pernas se abrem. Já não bastam a água, a espuma, os lábios entreabertos, os seios massageados, o pontinho mágico e a sensualidade de seu corpo retorcido. Você quer mais, mais. Você geme!
Sua mão vai em busca do seu desejo. Vai cumprir sua missão.
Penetra em seu corpo e dá ritmo aos movimentos.
Você se contorce levemente. De pernas abertas, dobra sutilmente os joelhos e se entrega. Você geme!
O ritmo acelera. Seus movimentos de corpo fazem uma dança do ventre sincronizando-se com sua mão. Você geme!
Mais, mais, você quer mais. Seu gemido já se tornou um mantra e se repete, ...repete, ...repete!
Cada vez que você sente, ...que se imagina penetrada, você geme!
Mais, mais, mais... um tremor toma conta de seu corpo. Seus músculos se contraem e relaxam em espasmos.

Mais, mais, mais... Quanto mais quer, mais sente. Mais e mais.
É o auge, o clímax. Você grita!
Se contorce! Aperta as pernas! Aperta as mãos entre as pernas! Suspira profundamente!
O calor da água em seu corpo a envolve como um agasalho. Você relaxa!
Desliga o chuveiro.
O vapor ainda mantém a atmosfera irreal, mágica!
Enxuta, enrolada na toalha, cansada, você se deita. Adormece.
Um movimento, um simples movimento e a toalha se abre.
Nua, perfeita, linda... é assim que eu a encontro!
Imagem de sonho!
Tão irresistível quanto possa!
Suavemente eu a beijo!
Faço amor com você.
Amo você"
Por: Marcos Woyames de Albuquerque